Por Gilberto Borja

Fabricar o futuro é acreditar em um sonho e torna-lo viável

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

“A maior descoberta da minha geração é que qualquer ser humano pode mudar de vida, mudando de atitude”.



A atitude é intenção; o comportamento é ação.

Como a atitude é uma intenção de se comportar de uma certa maneira, a intenção pode ou não ser consumada, dependendo da situação ou das circunstâncias. Mudanças nas atitudes de uma pessoa podem demorar muito para causar mudanças de comportamento que, em alguns casos, podem nem chegar a ocorrer.

Embora as tentativas de modificar ou substituir “atitudes” assentem nos mesmos princípios de aprendizagem, é evidentemente muito mais difícil ou esquecer “atitudes” do que aprendê-las.

Basicamente, as pessoas buscam uma sensação de equilíbrio entre suas crenças, atitudes e comportamentos. A isso damos o nome de dissonância cognitiva.
A teoria da dissonância cognitiva procura explicar como as pessoas reduzem os conflitos internos quando enfrentam um choque entre seus pensamentos e seus atos.
Exemplo: alguém que ache importante apoiar a indústria automobilística nacional, mas pensa que os carros importados são de melhor qualidade, poderá sentir alguma dissonância depois de ter comprado um carro nacional. Ele acaba raciocinando da seguinte forma: os carros nacionais são tão bons ou melhores que os importados.

Os investigadores sociais descobriram que, quando um componente da “atitude” é experimentalmente modificado, os outros parecem sofrer um realinhamento coerente.

Importa desenvolver o Espírito, fazê-lo crescer em conhecimento e moral.

Empenhemo-nos na autoconsciência. Quem sabe se essa busca de nós mesmos não seja o principal estímulo de nossa evolução , das mudanças para o bem que o nosso Espírito imortal almeja?


A atitude é intenção; o comportamento é ação.

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